Vale ressaltar…

Bom já que estamos no meio de uma semana de provas e o ano já terminando gostaria de usar esse espaço para constatar algumas coisas sobre o ano em si.

Para mim esse ano foi o mais produtivo da minha vida em termos de dificuldades e superações. Foi um começo muito difícil, cai em uma classe na qual não conhecia muita gente, e era mais amigo só do Gabriel Camargo (outro integrante do grupo). Entretanto ao longo do ano fui me aproximando mais das pessoas em geral e algo muito importante que essa classe me proporcionou foi que me senti mais a vontade para fazer perguntas e intervenções em aula. Agora no final do ano já sinto mais saudades da sala do que imaginei que sentiria.

Além disso teve a questão das notas. No primeiro bimestre fui muito mal, muito diferente do que estava acostumado, o blog teve um peso negativo para esta, mas muito mais foi minha falta de empenho do começo. Assim ao decorrer deste ano fui me empenhando cada vez mais para conseguir melhores notas e para melhorar o blog.

Deste modo posso afirmar que até agora foi o ano mais difícil da minha vida como estudante e agora para o próximo ano, garantir que não cometerei os mesmos erros deste.

Gabriel Barreto 🙂

A visão do processo!

A dificuldade começou desde o início, na escolha do tema muitas dúvidas e sem grande noção do que poderíamos trazer a tona como problematização para nosso projeto. Nas primeiras avaliações tivemos notas muito ruins nesse critério e na minha opinião isto aconteceu muito pela dificuldade disso sem a orientação de um professor a princípio. Foi depois de uma conversa com a Teresa fora de aula que conseguimos ter um direcionamento melhor sobre nossa “questão-problema”. Sendo assim acho válido que após a escolha dos temas por parte dos grupos, estes tenham um espaço para discutir com algum professor sobre o mesmo, podendo receber conselhos e dicas.

Quanto a planejamento e responsabilidade só ganhamos ao longo do ano, apesar de um começo mais despreocupado que ocasionou em baixas notas e problemas futuros quanto a seleção de dados e informações. Em relação ao blog e posts penso que foi positivo pelo fato de deixar os integrantes sempre a par das situações e tendo como base os outros blogs para melhorar cada vez mais.

Entretanto algo que o grupo sofreu muito foi com a questão das notas que, no nosso caso não foram das melhores. Acho que deveria ter sido levado em consideração que muitos nunca trabalharam diretamente com a produção de um vídeo, principalmente um documentário, portanto a tarefa era muito difícil e balanceando com os estudos, dificultava mais ainda, sendo assim considero que as exigências foram muito grande para algo que muitos não possuem contato algum. Para o grupo, foi muito difícil gastar muito tempo que poderia estar estudando, filmando e editando, para tirar um 5.

PS: não temos nenhuma intenção de ser ofensivo nesse último parágrafo, achamos que seria importante deixar nossa opinião sobre esse processo avaliativo, já que estamos em uma situação de finalização do trabalho

Arrependimentos?

Nesse processo de declarações finais o grupo (Gabriel e Gabriel) viemos nos pronunciar sobre o que faríamos de diferente se pudéssemos voltar no tempo e fazer o trabalho de novo.

Primeiramente vale ressaltar para aqueles que não lembram que o nosso grupo era formado por 4 estudantes, Gabriel Barreto, Gabriel Camargo, Marcelo e Marina. Os dois últimos saíram da escola por motivos pessoais, sobrando somente os dois “Gabrieis” no grupo. O resultado disso foi que, após uma conversa e compreensão da coordenação, nos juntamos a outro grupo, cujo tema de trabalho era muito semelhante, pois não teríamos condições de produzir um mini documentário em duas pessoas e além disso dar conta dos estudos (afinal, o prazo de entrega do doc era um dia antes do início das bimestrais). Portanto, teria sido mais fácil para nós se tivéssemos feito a princípio um grupo que futuramente não se dissociasse.

Além disso bem no começo do projeto não éramos íntimos do nosso grupo e estávamos todos meio dispersos e não levando muito a sério o trabalho. Isso resultou na dificuldade que tivemos posteriormente para definir um foco do tema de trabalho, ou seja, o trabalho é feito em etapas e é muito importante comprí-las, algo que não foi feito por nós.

Sobre a produção do documentário, começamos as filmagens muito atrasados em relação ao que era esperado de nós, muito por causa da perda de dois integrantes, pois ficamos muito perdidos quando sobrou só nós dois e não conseguimos tocar o projeto nesse meio tempo até nos juntarmos com o outro grupo.

Ainda sobre o documentário, que apesar de ter satisfeito minhas espectativas (mesmo com uma nota não muito boa) teria mudado o roteiro dele. No lugar de várias entrevistas, o nosso tema possibilitava o uso de um protagonista para documentar, o que eu acho que ficaria mais interessante, apesar de dar mais trabalho.

Em sumo achamos que falhamos muito na organização do trabalho em relação ao tempo, com certeza, faríamos diferente se tivesse outra oportunidade.

O grupo.

Três longos dias

E ai pessoal voltei com mais um post, agora para tratar das reais mudanças causadas pelos dias que passamos no coração da metrópole e seus arredores, se é assim que podemos caracterizar, cada grupo com suas particularidades e aqui vou falar um pouco sobre isso.

Desde o começo do projeto, quando fomos apresentados a ele, ouvimos que seria um grande choque e sim passaríamos a ter diferentes visões sobre nossa São Paulo. E tudo isso no início parecia um grande clichê mas a medida que nos aproximávamos do estudo do meio, já percebia algo de diferente, tinha que observar mais a fundo todos os aspectos até que fui percebendo isso claramente quando realmente começou nossa viagem pela metrópole. Todos os primeiros pensamentos pouco embasados foram mudando a medida que íamos aos diferentes lugares, passei a me interar mais pelos locais que passávamos e bem como vimos em história, não era mais aquele simples espaço de passagem que era tratado por mim anteriormente.

Dessa forma acho que toda essa motivação de cada dia em nossa viagem foi fazendo com que eu me interessasse cada vez mais e buscando sempre ir além em tais relações com a cidade, e tudo isso foi muito positivo no final, já que o próprio vídeo e o blog também contribuiram muito para isso, em pontos até simples, como a responsabilidade que deveria ter com o grupo em todos os momentos.

Gabriel Camargo

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Bom, como visto no post anterior estamos encaminhando para uma fase final do projeto de fechamento e impressões pessoais. Agora venho aqui me pronunciar a respeito de minha relação com a cidade pós Estudo do Meio e do projeto como um todo.

Primeiramente, posso afirmar com veemência que minha relação com a cidade mudou bastante. Pegar transporte público, em que eu sempre tinha receios por serem supostamente perigosos, foram desmistificados durante a viagem. Um exemplo claro disto é quando vou ver meu time do coração, Corinthians, em que antes da viagem só ia quando meu pai podia me levar de carro, e atualmente vou sozinho com um amigo pelo menos de metrô.

Além dessa relação com o transporte público, minha relação mudou com a figura de uma cidade em si. Não só com a cidade de São Paulo, isto serve para as demais, devemos usufruir mais das cidades, interagir mais com elas, algo que fizemos muito nos três dias de Móbile na Metrópole e que venho fazendo cada vez mais.

Sendo assim, acho que junto com a experiência vivida em lugares onde nunca tinha ido, a viagem e o projeto me formaram como cidadãos ativos na cidade, no momento em que houve uma mudança de postura em relação a esta.

Por isso só tenho a agradecer a oportunidade que eu tive! 🙂

Gabriel Barreto

Caminhando para o final (parte 2)

Algo muito diferente de tudo o que eu já tinha feito na minha vida foi este documentário. O início foi muito difícil e complicado, desde a ideia de o que fazermos até a perda de dois integrantes do grupo, união com outro grupo, imprevistos que dificultaram uma preparação de um trabalho mais organizado. O tempo não aproveitado pelo grupo como um todo, o que me deixou cada vez mais desesperado, seja com a entrega do mini documentário seja com o estudo para provas bimestrais simultaneamente. Entretanto, a partir do momento em que o grupo se uniu e começou a trabalhar bem, o projeto fluiu muito bem, a medida que conseguimos ótimos materiais de entrevistas, ainda assim tivemos que enfrentar o obstáculo no qual nenhum integrante do grupo tinha experiência e prática com edição de vídeos.

Eu listei acima diversos problemas e dificuldades enfrentados pelo grupo como um todo para responder a pergunta que me foi proposta: o meu maior aprendizado com que eu tive com a produção de mini documentário foi que tudo está ao nosso alcance quando trabalhamos em grupo. Mesmo começando atrasados, abordando um tema difícil, sem prática de edição, conseguimos entregar um produto final de qualidade. É claro que durante a processo, não estava nada feliz e satisfeito, mas agora, depois que as notas já foram dadas, posso dizer que gostei dessa experiência, e que aprendi a trabalhar em grupo. Foi muito bom sentir que todos estavam empenhados por um propósito.

Por fim, na minha opinião o blog e o mini documentário traduzem sim grande parte do aprendizado adquirido ao longo do projeto, porém este não se resume à estes dois materiais. Todas as discussões, risadas, experiências vividas pelo grupo contribuem para um aprendizado, e isto é muito difícil de ser relatado num blog ou retratado num documentário. Todavia é possível notar, por exemplo, ao longo deste blog, uma mudança de atitude e envolvimento por parte do grupo neste projeto, evidenciando uma parte do aprendizado.

Gabriel Barreto

Caminhando para o final

E ai galera, fiquei um tempo fora do ar e o próprio blog ficou parado, mas continuamos aqui e volto para tratar de tudo que estava ocorrendo nesse meio tempo e todos os preparativos para nosso grande produto, o documentário.

Apesar de muita surpresa, suspense e drama por trás de toda a preparação, com muita disposição e trabalho em grupo chegamos a um de nossos produtos finais, mas foi um trabalho duro tivemos que ir atrás de diversas coisas e instrumentos para nossa produção. Tivemos muitos problemas no meio disso tudo, destituição de alguns membros do grupo e alguns desentendimentos, do tipo o que devíamos fazer em relação ao documentários nos três dias de estudo do meio, toda essa falta de planejamento inicial resultou na maior união final para que fosse possível nossa conclusão do documentário, apesar de uma nota que não tenha sido boa, creio que com toda a produção do blog até a finalização do vídeo trouxeram diversos pontos positivos não só para mim mas para todo grupo, desde responsabilidade até coragem para solicitar uma entrevista na rua.

Por fim acho que apesar de aglomerar uma parcela significativa de coisas que fizemos ao longo do ano e tudo que passamos para chegar a esses produtos, ainda vejo que há algumas coisas que acabam não sendo retratados por eles, e mesmo assim temos dois mecanismos que buscam mostrar tudo isso, principalmente porque fomos mudando nossas opiniões sobre diversas coisas ao longo de todo o processo por conta de nossa relação com a cidade que foi se iniciando nos três primeiros dias, e apesar de todos os apertos e angústias que passei nesse tempo todo me orgulho pelos produtos que conseguimos alcançar e espero que pensem de maneira minimamente semelhante.

Gabriel Camargo

Butantan Food Park fecha…

Foi uma sensação muito estranha quando li essa notícia. O lugar que disponibilizou material de pesquisa, entrevistas excelentes e comida ao mesmo nível fechou. A maior fonte de material desde o início de nosso projeto, o primeiro Food Park de São Paulo fecha. Aqui vai uma descrição mais detalhada do ocorrido:

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2015/10/1691972-primeiro-food-park-da-cidade-encerrou-as-atividades-nesta-quarta.shtml

Gabriel Barreto